Dedução de despesas com saude animal em IRS

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Frase do Dia:  “A civilização de um povo avalia-se pela forma como os seus animais são tratados”.
Alexander von Humboldt

Muitos de nós já tivemos e poderemos vir a ter contas avultadas em medicamentos, tratamentos, etc. para tratar os nossos animais de estimação. Sendo actualmente obrigatória a sua vacinação e tratamento para prevenção da saúde publica, não se compreende como é que nenhum dos encargos médicos com os nossos amigos animais não podem ser incluídos na declaração do IRS.

Assim, já há algum tempo que está a decorrer uma petição a solicitar que seja possível incluir na declaração do IRS as despesas com a saúde dos animais de estimação. Vamos tentar que seja para breve.

Assinem em: Dedução de despesas com saude animal em IRS.

Mini Férias em Coimbra

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Frase do dia: “A descoberta consiste em ver o que todo mundo viu e pensar o que ninguém pensou”.
Albert Szent-Gyorgyi

Este fim de semana (prolongado no meu caso), foi passado entre as ruas estreitas e calcetadas de Coimbra.
Apesar de ter visitado Coimbra diversas vezes ao longo da minha vida, sempre que lá volto vivêncio novas experiências e capto coisas que antes não via.

Fiquei num Hotel simples mesmo na baixa junto à estação de Coimbra A, daqui conseguia visitar grande parte da zona histórica andando sempre a pé.

O primeiro dia foi marcado com alguma chuva, no entanto isso não nos impediu de iniciar a nossa visita. Começámos por andar ao longo das ruas estreitas da baixa e fomos dar ao Arco Almedina (uma das principais entradas da cidade, que permite o acesso ao Bairro Alto da povoação), a partir daqui foi sempre a subir pelas escadas (acreditem que não é por acaso que chamam a estas escadas de Quebra-Costas :P ).
A meio da subida há uma bifurcação, para um lado encontra-se a Torre da Contenda, Torre do Anto e a Casa de Sobre-Ripas (um dos melhores edifícios manuelinos do país, com janelas artísticas, medalhões da renascença, pátios, etc.) e para o outro a Universidade.

A caminho da Universidade passámos pela Sé Velha, pelo Museu Nacional Machado de Castro e pela Sé Nova. Neste percurso também encontrámos um bar bastante conhecido entre os estudantes (Piano Negro), tivemos azar, pois em nenhum dos dias em que lá estivemos esteve aberto. Quanto ao museu, aproveitámos para o visitar no domingo pois não se paga aos feriados e domingos.
Não fomos a tempo de visitar a Universidade pois a bilheteira (localizada junto da biblioteca geral) fecha às 16:30 ao sábado.

No dia seguinte fomos então visitar a universidade de Coimbra, que é uma das mais antigas da Europa. Fundada em Lisboa por D. Dinis em 1290, foi definitivamente transferida para Coimbra em 1537, vindo a ocupar os edifícios do Paço Real Medieval.

Começámos pela Biblioteca Joanina (Casa da Livraria), a mais famosa Biblioteca de Portugal, devido ao seu estilo único. Nela encontram-se cerca de 200 mil volumes que se distribuem desde o século XII ao século XIX, e versam sobretudo o Direito (civil e canónico), a Teologia e a Filosofia.
Achei bastante curioso o facto de nesta biblioteca habitar uma colónia de morcegos, que todos as noites voa pela biblioteca à procura de pequenos insectos para se alimentar e ao mesmo tempo estão a proteger os livros. Todos os dias há um processo de proteger as mesas e cadeiras com toalhas de couro devido aos dejectos dos morcegos e no dia seguinte a biblioteca é toda limpa.

Depois seguimos para a Capela de S. Miguel, com uma fachada em estilo manuelino e um imponente órgão barroco de 1733. Visitámos também a Prisão Medieval e Académica, localizada no piso inferior da Biblioteca Joanina, composta por pequenas salas abobadadas, sem luz directa.

Seguimos então para dentro da Universidade, aí visitámos diversas salas entre as quais, a Sala dos Capelos onde actualmente têm lugar as mais importantes cerimónias académicas, designadamente os Doutoramentos solenes, “honoris causa”, Investidura do Reitor e Abertura Solene das Aulas.

Ao longo destes dias visitámos ainda outros espaços bastante interessantes, como é o caso do Mosteiro de santa-Clara-a-Velha que devido às forças das águas do Rio Mondego, foi praticamente destruído.
Visitámos ainda a Igreja de Santa Cruz e o café/restaurante de Santa Cruz localizado mesmo ao lado e que fazia lembrar o “Majestic” do Porto. Aqui assistimos a um concerto de piano e guitarra portuguesa (Cordis & Convidados) que inaugurava a iluminação de Natal de Coimbra.

Também encontrámos diversas republicas estudantis em torna da universidade, umas em melhor estado do que outras mas não conseguimos visitar a famosa Rua da Matemática, local onde se concentram várias republicas.

Quanto à noite de Coimbra posso dizer que ficámos bastante desiludidos. Percorremos as diversas ruas de Coimbra, tanto de carro como a pé e pesquisámos na net, no entanto não encontrámos nenhum local que nos fizesse lembrar a noite do Porto. Mesmo na zona da Praça da República, achámos que a noite era extremamente fraca e muito aquém do que se poderia esperar de uma cidade estudantil.

Recomendo ainda uma Tasca tradicional e sobejamente famosa da cidade de Coimbra: Zé Manel dos Ossos, localizada em plena Baixa de Coimbra. Lá podem-se saborear uns ossos divinais, entre outras iguarias deliciosas (sopa da pedra, barriguinhas de Leitão na brasa, feijoada de javali, etc.).

Aproveitem estas dicas se quiserem visitar Coimbra.

Gripe A – Tomar a Vacina ou não

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Pensamento do Dia: Se soubermos que um obstáculo é intransponível, deixa de ser um obstáculo para se tornar um ponto de partida.
(Juzsef Eorvos)

De momento o que está a afligir a generalidade das pessoas é se devem ou não tomar a vacina para combater a gripe A.
Com este post não quero tomar partido por nenhuma das 2 opções, apenas vou expor aqui um texto que achei bastante interessante e que diz que não devemos tomar a vacina. Se encontrar um artigo igualmente interessante que diga que devemos tomar a vacina também o colocarei num post, no entanto ainda não encontrei nenhum que me convença.

Também achei interessante ler a entrevista publicada no elperiodico.com em 13 de Setembro e traduzida no blogue Conversas Vadias, realizada ao Prof. J. R. Laporte, Catedrático de Farmacologia na Universidade Autónoma de Barcelona, Chefe de Serviço de Farmacologia do Hospital Vall’ Hebron em Barcelona. Dirige o Instituto Catalão de Farmacologia, que é um dos centros colaboradores da Organização Mundial de Saúde (OMS).

Segue-se então a tradução de um texto de Teresa Forcades i Vila, monja beneditina do Convento de Montserrat em Barcelona, médica especialista em Medicina Interna e doutorada em Saúde Pública: (original disponível em: http://www.casmadrid.org/index.php?idsecc=noticias&id=1522&titulo=NOTICIAS)

Gripe A:

Uma reflexão e uma proposta
Ao ler este texto de Teresa Forcades i Vila, monja beneditina do Convento de Montserrat em Barcelona, médica especialista em Medicina Interna e doutorada em Saúde Pública , ninguém pode deixar de se interrogar sobre a capacidade dos seus governantes e autoridades de Saúde Pública do seu país – particularmente Primeiro-Ministro, Ministro da Saúde e Director-Geral de Saúde – sobre a sua honestidade e o seu grau dependência em relação aos grandes laboratórios internacionais.
Teresa Forcades i Vila* – 11.10.09

Dados científicos
Os dois primeiros casos conhecidos da nova gripe (vírus A/H1N1, estirpe S-OIV) diagnosticaram-se na Califórnia (EUA) no dia 17 de Abril de 2009 [1].
A nova gripe não é nova por ser do tipo A, nem tampouco por ser do subtipo H1N1: a epidemia de gripe de 1918 foi do tipo A/H1N1 e desde 1977 os vírus A/H1N1 fazem parte da época da gripe anual [2]; a única coisa que é nova é a estirpe S-OIV [3] [4].

Cerca de 33% das pessoas maiores de 60 anos parecem ter imunidade a este tipo de vírus da nova gripe [5].

Desde o seu início até 15 de Setembro de 2009, morreram com esta gripe 137 pessoas na Europa e 3.559 em todo o mundo [6]; há que ter em atenção que anualmente morrem na Europa entre 40.000 e 220.000 pessoas devido à gripe [7].
Como já disseram publicamente reconhecidos profissionais de saúde – entre eles o Dr. Bernard Debré (membro do Conselho Nacional de Ética em França) e o Dr. Juan José Rodriguez Sendin (presidente da Associação de Colégios Médicos do Estado espanhol) -, os dados desta temporada, pela qual já passaram os países do hemisfério Sul, demonstram que a taxa de mortalidade e de complicações da nova gripe é inferior à da gripe anual [8].

Irregularidades que têm de ser explicadas
Em finais de Janeiro de 2009, a filial austríaca da empresa farmacêutica norte-americana Baxter distribuiu a 16 laboratórios da Áustria, Alemanha, República Checa e Eslovénia, 72 kg de material para preparar vacinas contra o vírus da gripe anual; as vacinas tinham de ser administradas à população destes países durante os meses de Fevereiro e Março; antes que qualquer destas vacinas fosse administrada, um técnico de laboratório da empresa BioTest da República Checa decidiu, por sua conta, experimentar as vacinas em furões, que são os animais que desde 1918 são utilizados para estudar as vacinas para a gripe; todos os furões vacinados morreram.

Investigou-se então em que consistia exactamente o material enviado pela casa Baxter e descobriu-se que continha vírus vivos da gripe das aves (vírus A/H5N1) combinados com vírus vivos da gripe anual (vírus A/H3N2). Se esta contaminação não tivesse sido descoberta a tempo, a pandemia que, sem base real, as autoridades sanitárias globais (OMS) e nacionais estão a anunciar, seria agora uma espantosa realidade; esta combinação de vírus vivos pode ser particularmente letal porque combina um vírus vivo com cerca de 60% de mortalidade mas pouco contagioso (o vírus da gripe das aves) com um outro que tem uma mortalidade muito baixa mas com uma grande capacidade de contágio (o vírus da gripe sazonal) [9].

Em 29 de Abril de 2009, quando apenas tinham passado 12 dias sobre a detecção dos dois primeiros casos da nova gripe, a Drª Margaret Chan, directora-geral da OMS, declarou que o nível de alerta por perigo de pandemia se encontrava na fase 5 e mandou que todos os governos dos Estados membros da OMS activassem planos de emergência e de alerta sanitária máxima;
um mês mais tarde, 11 de Junho de 2009, a Drª Chan declarou que no mundo já tínhamos uma pandemia (fase 6) causada pelo vírus A/H1N1 S-OIV [10]. Como pode fazer tal declaração quando, de acordo com os dados científicos expostos acima, a nova gripe é uma realidade mais benigna que a gripe sazonal e, além disso, não é um vírus novo e ao qual parte da humanidade está imune?

Pôde declará-lo porque no mês de Maio a OMS tinha alterado a definição de pandemia: antes de Maio de 2009 para poder ser declarada uma pandemia era necessário que por causa de um agente infeccioso morresse uma proporção significativa da população. Esta exigência – que é a única que dá sentido à noção clínica de pandemia e às medidas políticas que lhe estão associadas – foi eliminada da definição adoptada no mês de Maio de 2009 [11], depois dos EUA se terem declarado em «estado de emergência sanitária nacional», quando em todo o país havia apenas 20 pessoas infectadas com a nova gripe, e nenhuma delas tinha morrido [12].

Consequências políticas da declaração de «pandemia»
No contexto de uma pandemia é possível declarar a vacinação obrigatória para determinados grupos de pessoas ou, inclusivamente, para o conjunto dos cidadãos [13].

O que é que pode acontecer a uma pessoa que decida não se vacinar?
Enquanto a vacinação não for declarada obrigatória não lhe pode acontecer nada; mas se chegasse a declarar-se a vacinação obrigatória, o Estado tem a obrigação de fazer cumprir a lei impondo multa ou prisão (no estado de Massachussetts dos EUA a multa para estes caso pode chegar a 1.000 dólares por cada dia que passe sem o prevaricador se vacinar) [14].

Perante isto, há quem possa pensar: se me obrigam, vacino-me e já está, a vacina é mais ou menos como a sazonal, também não há para todos…

É preciso que se saiba que há três novidades que fazem com que a vacina da nova gripe seja diferente da vacina da gripe anual: a primeira é que a maioria dos laboratórios estão a desenhar a vacina de forma que uma só injecção não seja suficiente e sejam necessárias duas; a OMS recomenda também que não se deixe de administrar a da gripe sazonal; quem seguir estas recomendações da OMS expõe-se a ser infectado três vezes e isto é uma novidade que, teoricamente, multiplica por três os possíveis efeitos secundários, embora na realidade ninguém saiba que efeitos pode causar, pois nunca antes se fez assim.
A segunda novidade é que alguns dos laboratórios responsáveis pela vacina decidiram adicionar-lhe coadjuvantes mais potentes que os utilizados até agora nas vacinas anuais. Os coadjuvantes são substâncias que se adicionam às vacinas para estimular o sistema imunitário. A vacina da nova gripe que está a ser fabricada pelo laboratório Glaxo-Smith-Kline, por exemplo, contém um coadjuvante, AS03, uma combinação que multiplica por dez a resposta imunitária. O problema é que ninguém pode assegurar que este estímulo artificial do sistema imunitário não provoque, passado algum tempo, doenças auto-imunitárias graves, como a paralisia crescente de Guillain-Barré [15].
E a terceira novidade que distingue a vacina para a nova gripe da vacina anual, é que as companhias farmacêuticas que a fabricam estão a exigir que os Estados assinem acordos que lhes garantam a impunidade no caso das vacinas terem mais efeitos secundários que os previstos (por exemplo prevê-se que a paralisia Guillain-Barré venha a afectar 10 pessoas por cada milhão de vacinados); os EUA já assinaram estes acordos que garantem, tanto às farmacêuticas como aos políticos, a retirada de responsabilidade pelos possíveis efeitos secundários da vacina [16].

Uma reflexão
Se o envio de material contaminado fabricado pela Baxter não tivesse sido casualmente descoberto em Janeiro passado, efectivamente, ter-se-ia dado a gravíssima pandemia potencialmente causadora da morte de milhões de pessoas que alguns andam a anunciar. É inexplicável a falta de ressonância política e mediática do que aconteceu em Fevereiro no laboratório checo. Ainda mais inexplicável o grau de irresponsabilidade demonstrado pela OMS, pelos governos, pelas agências de controlo e prevenção de doenças ao declarar uma pandemia e promover um nível de alerta sanitário máximo sem uma base real. É irresponsável e inexplicável até extremos inconcebíveis o bilionário investimento saído do erário público destinado ao fabrico milhões e milhões de doses de vacina contra uma pandemia inexistente, ao mesmo tempo que não há dinheiro suficiente para ajudar milhões de pessoas (mais de 5 milhões só nos EUA) que por causa da crise perderam o seu trabalho e a sua casa.

Enquanto não forem clarificados estes factos, o risco de este Inverno serem distribuídas vacinas contaminadas e o risco de poderem ser adoptadas medidas legais coercivas para forçar a vacinação, são riscos reais que em caso algum podem ser desvalorizados.

No caso da gripe continuar tão benigna como até agora, não faz qualquer sentido a exposição ao risco de receber uma vacina contaminada ou o de sofrer uma paralisia Guillain-Barré.

No caso de a gripe se agravar de forma inesperada, como já há meses anunciam sem qualquer base científica um número surpreendente de altos dirigentes – entre eles a Directora-Geral da OMS -, e repentinamente, começarem a morrer muito mais pessoas do que é habitual, ainda terá menos sentido deixar-se pressionar para ser vacinado, porque uma surpresa assim só poderá significar duas coisas:
1. Que o vírus da gripe A que agora circula sofreu uma mutação;
2. Que está em circulação outro (ou outros) vírus.

Em qualquer dos casos a vacina que se está a preparar agora não serviria para nada e, tendo em conta o que aconteceu em Janeiro passado com a Baxter, podia ser, inclusivamente, que servisse de veículo de transmissão da doença.

Uma proposta
A minha proposta é clara:
Além de manter a calma, tomar precauções sensatas para evitar o contágio e não se deixar vacinar, coisa que já se propõem muitas pessoas com senso comum no nosso país [Espanha].

Apelo a que se active com carácter de urgência os mecanismos legais e de participação cidadã necessários para assegurar de forma rotunda que no nosso país não se poderá forçar ninguém a vacinar-se contra a sua vontade, e que os que decidirem livremente vacinar-se não serão privados do direito de exigir responsabilidades nem do direito de serem economicamente compensados (eles ou os seus familiares), no caso de a vacina lhes causar uma doença grave ou a morte.

Notas:
[1] Zimmer SM, Burke, DS. Historical Perspective: Emergence of Influenza A (H1N1) viruses. NEJM, Julio 16, 2009. p. 279
[2] ‘The reemergence was probably an accidental release from a laboratory source in the setting of waning population immunity to H1 and N1 antigens’, Zimmer, Burke, op. cit., p.282
[3] Zimmer, Bunker, op. cit., p. 279
[4] Doshi, Peter. Calibrated response to emerging infections. BMJ 2009;339:b3471
[5] US Centers for Disease Control and Prevention. Serum cross-reactive antibody response to a novel influenza A (H1N1) virus after vaccination with seasonal influenza vaccine. MMWR 2009; 58: 521-4.
[6] Dados oficiais do Centro Europeu para o controlo e prevenção de doenças ( www.ecdc.europa.eu ).
[7] Dados oficiais do Centro Europeu para o controlo e prevenção de doenças ( www.ecdc.europa.eu )
[8] Cf. Le Journal du Dimanche (25 juliol ’09): Debré: ‘Cette grippe n’est pas dangereuse’; cf. La Razón (4 septiembre ’09): Rodríguez Sendín: Cordura frente el alarmismo en la prevención de la gripe A
[9] Cf. Virus mix-up by lab could have resulted in pandemic. The Times of India, sección de ciencia, 6 marzo 2009.
[10] http://www.who.int/mediacentre/news/statements/2009
[11] Cohen E. When a pandemic isn’t a pandemic. CNN, 4 de mayo ’09.

http://edition.cnn.com/2009/HEALTH/05/04/swine.flu.pandemic/index.html

[12] Doshi Peter Calibrated response to emerging infections VMJ 2009;339:b3471
[13] Falkiner, Keith. Get the rushed flu jab or be jailed. Irish Star Sunday, 13 septiembre ’09.
[14] Senate Bill n. 2028: An act relative to pandemic and disaster preparation and response in the commonwealth. 4 agosto ’09. Cf. Moore, RT. Critics rage as state prepares for flu pandemic. 11 septiembre ’09. WBUR Boston.
[15] Cf. Vaccination H1N1: méfiance des infirmières. www.syndicat-infirmier.com/Vaccination-H1N1-mefiance-des.htlm

[16] Stobbe, Mark. Legal immunity set for swine flu vaccine makers. Associated Press, 17 Julio ’09.

Texto publicado no sítio da Coordenadora Antiprivatização de Saúde Pública, Madrid, ( www.casmadrid.org ), em Setembro de 2009.

* Teresa Forcades i Vila, monja beneditina do Mosteiro de San Benedito em Montserrat, Barcelona , é doutorada em Saúde Pública , especialista em Medicina Interna pela Universidade de Nova Iorque, autora entre outros livros de «Los crimines de las grandes compañias farmaceuticas».

Tradução de José Paulo Gascão”

Ganhei um portátil ASUS Eee PC

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Pensamento do dia: “ Tais são os preceitos do direito: viver honestamente, não ofender ninguém, dar a cada um o que lhe pertence“. (Ulpiano)

Hoje queria falar-vos de mais uma situação que me aconteceu durante as férias do verão e estava à espera do seu desfecho para vos falar.
No meu último dia de férias participei com o Hugo no passatempo ASUS @ Beach na Zambujeira do Mar. O passatempo consistia em percorrer a vila de forma a responder a uma série de perguntas sobre esta e em executar alguns jogos tradicionais.

A pontuação do passatempo era calculada com base em 3 factores: tempo de prova, pontuação obtida nos jogos e total de respostas certas ao questionário. Ao tempo total da prova, convertido para pontos (1 minuto = 1 ponto), seria subtraído 1 ponto por cada jogo realizado e 1 ponto por cada resposta correcta ao questionário. No final de todos os cálculos das pontuações, a equipa participante que tivesse menos pontos, seria a vencedora.

No nosso caso, de acordo com a informação dada pelos reponsáveis do passatempo no local, o tempo total da prova foi de 11 mins e obtivemos 21 pontos com os jogos e respostas ao questionário. Aplicando o processo de cálculo da pontuação acima descrito, a pontuação da minha equipa foi de -10 pontos (11-21 pontos).

A pontuação das outras 2 equipas vencedoras foi de -7 e -8 pontos e tal foi o nosso espanto quando atribuem a classificação final:
1º classificado – Equipa 1: -7 pontos
2º classificado – Equipa 2: -8 pontos
3º classificado – A nossa Equipa: -10 pontos

Obviamente que está errado, se a nossa equipa demorou X e descontaram Y e tem mais pontos negativos é porque somos os vencedores do passatempo. No local bem que tentámos explicar de forma simples aos responsáveis pelo passatempo, mas estes não admitiram o erro, e teimavam connosco que estava correcta a classificação.

Tentei explicar o caso com um exemplo muito simples:
- Equipa 1 teve 0 pontos;
- Equipa 2 teve -1 pontos.
Qual destas duas equipas é a vencedora? Responderam correctamente que é a equipa 2.

Alterei então os parâmetros da perguntar:
- Equipa 1 teve -1 pontos;
- Equipa 2 teve -2 pontos.
Qual destas duas equipas é a vencedora? Responderam a equipa 1. DUHH. E ainda há quem diga que a matemática não é precisa para nada no dia-a-dia.

Então, desde essa altura que temos tentado contactar a Asus directamente para esclarecer esta situação. Finalmente (ao fim de 2 meses) vão-nos oferecer o portátil a que tinhamos direito desde o início.

É impressionante ver que ainda há pessoas assim e o pior é não conseguirem admitir o erro quando finalmente perceberam (Quero pensar que perceberam mesmo).

o Einstein aprende a sorrir

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Frase do dia: “Aquele que vê o mundo aos 50 anos da mesma forma que o  via aos 20 anos desperdiçou 30 anos da sua vida”. (Muhammed Ali)

A cada dia que passa fico mais e mais surpreendida com a evolução tecnológica. Mesmo tendo um curso em informática há muita coisa que me deixa bastante surpreendida e uma delas é o robot do Einstein que aprendeu SOZINHO a fazer expressões faciais realísticas.


 

Recentemente vi um filme que me fascinou pelo tema: “10 ways to destroy the Earth”. Neste filme eram apresentadas formas de destruir a Terra e qual a sua viabilidade na prática. Exp: A Terra ser sugada pelo “Black Hole”, ser destruída por antimatéria (muito improvável pois compararam a quantidade necessária para destruir a Terra ao monte Everest), colisão com um asteróide com grandes dimensões (ao que parece a lua formou-se através de uma colisão entre a Terra e um corpo do tamanho de Marte, há aproximadamente 4,6 bilhões de anos) e a que me fascinou mais foi a teoria dos nanorobots que se replicam sozinhos.
Já existem robots com capacidade de construirem outros robots idênticos usando determinada matéria. A teoria de destruição da Terra implicava que estes robots podessem usar uma das matérias primas existente em abundância na Terra: a pedra. À velocidade a que se duplicariam rapidamente toda a pedra do planeta desapareceria e seria o seu fim.

São teorias muito interessantes e recomendo este filme a todos.

Kika

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Frase do dia: Os seres aos quais servimos de amparo são para nós um apoio na vida. (Marie Von Ebner-Eschenbach)

O post de hoje é totalmente dedicado à minha gatinha que eu adoro imenso.

À cerca de dois anos adoptei a Kika, uma gatinha de 2 meses abandonada no parque de estacionamento do Parque Nascente. Estava bastante constipada e com uns problemas nos olhitos. Melhorou e agora já não se lembra nada desses tempos.:)

Seguem-se os melhores momentos registados:
Sou tão mimada... Adoro brincar com a minha dona

A minha caminha é tão boa Que bom...

Que é isto??? Alguém me ajuda? 

Ai Ai, tenho medo das alturas Sou muito fotogénica não sou?

Roam-se de inveja Que bom

CESD – Cartão Europeu de Seguro de Doença

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Frase do dia: “Sonho com o dia em que a justiça correrá como água e a retidão como um caudaloso rio.” (Martin Luther King Junior)

Tal como já comuniquei num post anterior, quando estive de férias sofri um pequeno acidente de bicicleta, no qual magoei bastante um dedo do pé. Como já era noite e não podia ir dormir naquele estado (a unha estava quase a sair) tive de me deslocar ao Hospital mais perto por forma a realizar os serviços necessários: arrancaram-me a unha do pé, não sem antes me darem a devida anestesia, e fizeram-me um raio-x para ver se o dedo do pé estava partido.

Agora é que começam os problemas. Sabem o que é o Cartão Europeu de Seguro de Doença (CESD)? Eu tinha esse cartão, no entanto no início deste ano caducou e antes de ir de férias pedi a sua renovação mas não chegou a tempo. (É muito fácil pedir, no site da segurança social tem lá um link). Como não tinha esse cartão tive de pagar no Hospital a totalidade dos serviços (250€), ou seja, sem comparticipação nenhuma. Se tivesse esse cartão não pagava quase nada pois funcionava como em Portugal quando nos dirigimos a um hospital para uma intervenção do género. Disseram-me que podia pedir o reembolso em Portugal muito facilmente.

Quando terminaram as férias dirigi-me a uma SEGURANÇA SOCIAL por forma a saber o que fazer, quando lá cheguei, disseram-me que não era lá mas sim no meu CENTRO DE SAÚDE. Liguei então para lá e não sabiam fornecer informações mas ficaram de me contactar mais tarde. Decidi ir na mesma ao CENTRO DE SAÚDE e depois de se tentarem informar referiram que não é lá mas sim na SEGURANÇA SOCIAL.

Entretanto liguei para a Loja do Cidadão onde me informaram que a SEGURANÇA SOCIAL é que é a entidade responsável pelo reembolso e onde me disseram também que apesar do cartão ter caducado no início do ano 2009, eu poderia requerê-lo mal chegasse a Portugal (já o tenho) e que este pode ter efeitos retroactivos por forma a cobrir o período em que recebi os cuidados de saúde.

Depois disso liguei para a central da SEGURANÇA SOCIAL e disseram-me que tenho de apresentar as facturas no CENTRO DE SAÚDE e que estes é que reencaminham para o ministério de saúde, o qual é que decide se me reembolsa ou não.

Depois disso, liguei para o nº de apoio Cartão Europeu de Seguro de Doença (CESD) e a pessoa que me atendeu disse que aquele número só pertence a quem tem ADSE logo não me soube fornecer grandes informações. Ao que parece este cartão já existe à algum tempo para quem tem ADSE e agora abriram a toda a gente que desconte para a Segurança Social. Se eu tivesse ADSE bastava-me mandar as facturas para lá que eles tratavam do resto, como não tenho, a entidade responsável por isso seria a SEGURANÇA SOCIAL.

(Estão todos a empurrar uns para os outros).

Entretanto, a senhora que me atendeu quando liguei para o CENTRO DE SAÚDE e que tentou saber mais qualquer coisa, ligou-me e disse que eu podia mandar para eles as facturas, mas que de acordo com as nossas tabelas de reembolso eu ia receber menos de 4€ (COMO???). Mais valia ficar com as facturas e pôr no IRS pois de certeza que ia conseguir mais do que 4€. Além disso, só em telefonemas e deslocações já gastei bem mais do que isso.

Vejam o que diz nestes sites:
Portal do Cidadão
Ministério da Justiça

Citando: “O CESD também poderá ser requerido após o regresso a Portugal, indicando o período em que recebeu os cuidados de saúde. Neste caso será emitido um certificado provisório de substituição que o beneficiário deverá remeter à instituição que prestou os cuidados de saúde, para que esta possa regularizar a situação.
Se pagar os cuidados de saúde, para a obtenção do devido reembolso deverá enviar à instituição estrangeira competente o certificado provisório, acompanhado, dos comprovativos de despesa.”.

Estava a ficar bastante cançada, onde é que eu conseguia o tal certificado provisório? No CENTRO DE SAÚDE disseram-me para ligar para a ADMINISTRAÇÃO REGIONAL DE SAÚDE DO NORTE. Liguei para lá e reencaminharam-me para outra unidade, onde ao fim de uns bons 10 minutos ao telefone, em que a senhora estava a explicar o que eu devia fazer (mandar uma carta para o Hospital de Espanha), lembra-se que Espanha muito recentemente ficou sem tabela de comparticipações de saúde e portanto eu iria ser reembolsada apenas com base na nossa tabela, ou seja, menos de 4 € (COMO???). Ainda para mais tinha de enviar as facturas originais, perdendo qualquer hipótese de meter no IRS.

Sinceramente, estou a ficar farta. Para que é que eu pago Segurança Social à mais de 6 anos? Acabei por recorrer ao meu serviço de saúde particular (felizmente tenho um). Liguei para eles e disseram-me para lhes enviar as facturas e que seria reembolsada de acordo com o meu protocolo com eles e que para o ano poderia pôr no IRS o mantante não comparticipado. (EXCELENTE).

Enfim, isto foi um desabafo. Ainda não sei quanto vou receber pelo meu seguro de saúde particular, mas de certeza que vai ser mais de 4€.

Um aviso para todos os que gostarem de visitar outros países da Europa: não saiam sem o raio do cartão.

Fragas de São Simão

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Frase do dia: “A natureza é grande nas coisas grandes e grandíssima nas pequeninas.” (Saint-Pierre)

Este fim de semana fui a casa da minha mãe e no sábado aproveitei para mergulhar nas águas da Ribeira de Alge, na praia fluvial das Fragas de São Simão. Só muito recentemente (para vergonha minha), é que descobri esta praia natural tão pertinho de casa. Nem acredito que nunca lá tenha ido antes.
É um lugar de beleza ímpar, com águas límpidas, rodeadas de imensas farpas, que lhe dão o nome e que possibilitam a realização de vários desportos radicais.

No início da estrada que leva à praia fluvial podemos apreciar a escarpa da Fraga de São Simão que impõe respeito pelos seus 70 metros de altura. Depois é só descer pela estrada e procurar um lugar para estacionar (bastante difícil nesta época).

Esta zona é vigiada e tem uma área em que simularam uma piscina natural, pois as águas da ribeira estão semi-presas criando uma represa. Ao longo da ribeira encontram-se vários locais onde se pode tomar um banho, mas nestes locais já não há vigilância.

Convido-vos a visitar este lugar, fazer os percursos pedestres e até mesmo alguns desportos radicais. Também é interessante visitar a aldeia rural que se encontra no topo das fragas. Ainda não a visitei e certamente que irei visitar num futuro próximo, pois esta zona é um mini-gerês, que eu tanto adoro :)

Fragas de São Simão

Fragas de São Simão

Mike, o galo sem cabeça

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Frase do dia: “Só se é curioso na proporção de quanto se é instruído.”
(Jean-Jacques Rousseau)

Estes dias ao almoço falaram-me de um assunto que me causou bastante espécie: Um galo conseguiu sobreviver 18 meses sem cabeça. Na altura não acreditei mas entretanto decidi pesquisar e decobri unas coisas curiosas.

Em 1945 um fazendeiro de Fruita, no Colorado, ia receber a sua sogra para jantar e para jantar iam preparar um galo. O problema é que ao efectuar a decapitação do galo, esta não foi correctamente executada e na manhã seguinte quando foi buscar o galo, este estava a dormir com a sua cabeça sobre a asa. (isto é de outro mundo:P)

Face ao sucedido, o fazendeiro suspendeu o jantar e o galo continuou a sua vida normal de galo: podia ainda se balançar numa vara e andar desajeitadamente. Quando se acostumou com o seu novo e incomum aspecto, Mike (nome que deram ao galo) começou facilmente a alcançar os poleiros mais elevados sem cair. Já o seu cantar consistia num som gorgolejante feito com a sua garganta.
Para o alimentarem, tinham de recorrer a um conta-gotas e a uma mistura de água e leite.

A partir de 1999, no terceiro fim-de-semana de maio, em Fruita, Colorado, ocorre o festival Mike the Headless Chicken Day.

Há coisas do outro mundo:P

Regresso das férias

Pontos Turísticos / Viagens 3 Comentários »

Frase do Dia: “Supôr é bom – descobrir é melhor.” ( Mark Twain)

Após uma longa ausência, eis-me de regresso. Como fui atacada pelo síndrome pós-férias mal cheguei a casa, só hoje é que consegui escrever este post :-P .

As férias correram muito bem apesar de ter tido uma série de contratempos  (fiquei sem uma unha do pé esquerdo o que me impediu de ir à água durante alguns dias :( ).

Fiquei fã de Palma, especialmente da zona sudeste da ilha. Da próxima vez tenho de visitar também a zona norte pois ouvi dizer que também tem praias paradisíacas.

Fiquei na zona de Can Pastilla no Hotel Nautic e não tenho nada a apontar de negativo em relacção a este hotel. Adorei tudo, desde a zona em que estava situado (estava longe da confusão e ao mesmo tempo perto de tudo), aos funcionários, às praias localizadas nos arredores, ao sossego, etc. Confesso que ia um pouco a medo pois antes de ir li em alguns blogs muita gente a queixar-se dos hotéis, da comida, do barulho e da confusão. Este hotel para além de ter sido completamente reformulado e ter passado de um *** para **** tem uma decoração muito boa e em relacção a outros hotéis ali à volta achei que este se destacava. Sem dúvida que foi uma boa opção.:-)

As férias em Palma resumiram-se essencialmente a praia e passeios à noite (todos os dias percorríamos uma grande parte da Baía de Palma, ou seja, uns 3 ou 4 Km). Também visitámos Palma num dia e o Arenal algumas noites, mas ao contrário do que eu pensava não dá para se ir a pé.

Neste post queria essencialmente falar sobre um passeio que recomendo a toda a gente.

Tratámos de alugar um carro, com bastante antecedência, pois a procura é muita, e com o trabalhinho de casa todo feito, partímos à descoberta. Saímos bem cedinho pois tínhamos um grande passeio para fazer. Perto do aeroporto, apanhámos a MA-19 em direcção a Santanyí, saímos em Campos e rumámos em direcção à Colónia de Sant Jordi. Um pouco antes de chegar a Sant Jordi, virámos para a Praia d’es Trenc e pelo caminho vimos as Salines de Levante.

Platjia des TrencQuando cheguei a esta praia bastante conhecida, tive uma grande desilusão. Não pela praia em si, que achei lindíssima, saída de um filme, mas porque a afluência de pessoas em tempos foi tanta, que agora há necessidade de limitar os acessos e por isso estão a cobrar 6€ pela entrada na praia. Achei um roubo especialmente porque o objectivo é que a praia recupere a sua beleza mas no entanto existe muito lixo espalhado pelo chão.

Junto à Cala de CaragolSeguímos então em direcção ao povoado de Colónia de Sant Jordi e fomos percorrendo as várias praias que se seguiram. Passámos por Es Caragols e Marmols, réplicas de Es Trenc mas mais pequenas, com menos gente e onde não existem taxas de entrada. Nesta zona as praias são muito pequenas e na maioria das zonas nem areia existe, no entanto, a água é tão calminha que qualquer rochita junto ao mar é segura e acolhedora.

Seguimos então em direcção à Cala d’Or mas saímos para ver a Cala de Mandragó, outro paraíso terrestre mas atolado de gente. Aqui almoçámos uma pizza no restaurante da praia, queríamos depachar-nos pois ainda tínhamos muita coisa para ver.

Cala Ferrera Seguímos novamente as placas em direcção à Cala d’Or e aqui descobrimos a praia Ferrera, um verdadeiro paraíso terrestre. Para o ano já sei onde vou passar férias ;) . Nunca tinha ouvido falar de Cala d’Or e fiquei maravilhada porque para além das praias belíssimas (Cala Ferrera, Cala Esmeralda, Cala Mitjana, etc.) também tem imensa vida.

A partir daqui rumámos em direcção a Porto Cristo e não visitámos mais nenhuma praia com muita pena minha pois queria muito ter visitado a Cala Romântica. No entanto, não havia tempo, tínhamos perdido muito tempo de manhã na Es Trenc (já que tinhamos pago 6€ tínhamos de ficar um pouco), ainda queríamos visitar as famosas grutas de Porto Cristo e eu ainda tinha de ir ao Centro de Saúde fazer o curativo ao pé.

Quando chegámos a Porto Cristo fomos directos às Cuevas del Drach (Grutas do Dragão) e ficámos fascinados. Quem vai a Palma e não visita estas caves é como ir a Roma e não ver o Papa. A visita demora cerca de uma hora e termina junto ao Lago Martel (um dos maiores lagos subterrâneos do Mundo – 177m de comprimento e 30m de largura). Junto ao Lago existe uma espécie de anfiteatro com bancos corridos para todos os visitantes se sentarem e, com as luzes apagadas, completamente na escuridão, começa o espectáculo. Do fundo do lago surgem 3 barcos com pequenas luzes ao redor, num deles está um violinista e um organista e tocam 4 peças clássicas.

No final do concerto é possível andar nos barcos e sair pelo lago Martel, a viagem não é longa mas acho que vale a pena pois é uma coisa surreal.

Cuevas del Drach em Palma IMG_4068

Depois de sairmos das grutas apanhámos a estrada em direcção a Manacor, onde se encontra a famosa fábrica de Pérolas. Não tivemos tempo para a visitar mas havemos de lá voltar.

Fica então aqui uma dica de um passeio que podem fazer se algum dia forem a Palma. Vale bem a pena e dá tempo para tudo. Eu é que estava dependente das horas para ir ao Centro de Saúde senão tínhamos tempo para ver muito mais.


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